ABRIL – 2014

Promotores do sebo Dom Caixote levam acervo de obras a eventos ao ar livre

O historiador Guilherme Cobelo, um dos criadores do sebo itinerante Dom Caixote: ocupação da cidade

O historiador Guilherme Cobelo, um dos criadores do sebo itinerante Dom Caixote: ocupação da cidade

Sexta-feira à noite. Uma passada no Piauí, na Asa Sul; outra no Beirute, na Asa Norte. Mas nada de boemia: apesar da presença em vários bares, o historiador da UnB Guilherme Cobelo não estava a passeio, mas oferecia clássicos e novos nomes da literatura nas mesa dos botequins. Entre copos de cerveja e muito peso sobre os ombros, o trabalho, realizado por 10 anos, lhe causou fortes dores nos braços. A saída para o problema nas articulações foi simples e criativa: caixotes de frutas se transformaram em estantes móveis. Assim, nasceu o sebo itinerante batizado de Dom Caixote, que tem como objetivo marcar presença em feiras ou eventos de arte, música e gastronomia ao ar livre em Brasília, ou em alguns cafés, como o Martinica (303 Norte) e Senhoritas (408 Norte).
“Estava conversando com o escritor Renato Fino e ele sabia do meu trabalho de vender livros na rua. Propus levar as obras para serem vendidas em seu café, na 408 Norte, uma vez por semana. Até que a Tâmara sugeriu os caixotes como suporte e comprei a ideia na hora”, recorda Guilherme Cobelo.
Banca
O casal enxergou nas feiras, que têm presença maciça do público, um mercado em potencial. Desde o mês de janeiro, entre discos de vinil, cupcakes e camisetas, é possível encontrar a banquinha de Guilherme e Tâmara com seus inúmeros exemplares, de novidades de autores locais, como a obra Polar (Sigraviva, a R$ 30), de Renato Fino, a títulos importados, como Fogo nas Entranhas (Dantes Editora e Livraria, a R$ 25), de Pedro Almodóvar.
O casal já nota a repercussão da Dom Caixote. Na última edição do Picnik, realizado no calçadão da Asa Norte em comemoração aos 54 anos de Brasília, a venda registrada foi quatro vezes maior do que nos tempos em que iam de bar em bar. “Fazemos parte de um movimento que tem ganhado força em Brasília. Muita gente jovem está produzindo e criando seus próprios produtos, mas não são comerciantes a ponto de terem loja ou CNPJ”, afirma o historiador.

(Fonte: CorreioWeb)

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Professor João Gabriel publica livro sobre performance teatral

O livro de João Gabriel aproxima o estudante a sociologia e campos afins

O livro de João Gabriel aproxima o estudante a sociologia e campos afins

Ao longo das últimas três décadas, o professor João Gabriel Lima Teixeira desenvolve um trabalho referencial na área de sociologia, principalmente nas questões relacionadas aos estudos da performance. Em termos acadêmicos, a Universidade de Brasília (UnB) é palco principal dos experimentos de João Gabriel, que, por lá, transita desde 1981.
O palco, inclusive, se enquadra muito bem nas definições profissionais que o professor estabeleceu com a academia. Prova disso é o livro Teatro, performance e pedagogia dionisíaca, de sua autoria, que será lançado nesta quarta-feira (30/4), no câmpus da UnB. Nele, João Gabriel conta a experiência e os achados de uma longa trajetória, na qual fez uso de novas formas de construção do conhecimento para lecionar sociologia. Mais especificamente, versa sobre o uso de abordagens teatrais, sejam elas convencionais ou voltadas para a performance, como ferramentas de ensino.
Fenômenos
“Cada um dos textos dramáticos construídos e escolhidos correspondeu a um campo sociológico, garantindo a ampliação do conhecimento sobre fatos e fenômenos sociais, educacionais, da família, do trabalho, da adolescência, da religião, entre outros. Nos demais espetáculos, foram empregadas formas teatrais diferenciadas que se aproximaram mais do campo da performance, concebida como uma linguagem artística”, explica o professor.

(Fonte: CorreioWeb)

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Feira do Livro em Bogotá vai celebrar literatura peruana

feira-do-livro

Uma homenagem ao colombiano Gabriel García Márquez, morto no dia 17, e uma celebração da literatura peruana marcam a nova edição de Feira do Livro de Bogotá (Filbo) que começa hoje, com a palestra do Nobel Mario Vargas Llosa.
O encontro, um dos mais importantes das letras hispano-americanas, vai até dia 12 de maio. O Brasil participa de forma modesta, com só um autor de peso, o carioca Paulo Lins (“Cidade de Deus”).
Mario Vargas Llosa encabeça comitiva de mais de 60 autores peruanos: ficcionistas, não-ficcionistas, poetas, jornalistas e dramaturgos.

(Fonte: Café das Quatro)

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Colômbia anuncia Prêmio continental do conto em homenagem a García Márquez

Gabriel García Márquez

Gabriel García Márquez

O Ministério da Cultura da Colômbia apresenta nesta terça-feira, 29, o Prêmio Hispanoamericano do Conto, como uma homenagem a Gabriel García Márquez. O objetivo do prêmio é estimular a criação literária da região, e é uma iniciativa do Ministério com apoio do Instituto Cervantes, da Espanha. O orçamento inicial é de US$100 mil.
O prêmio será apresentado nesta terça, na abertura da 27ª Feira Internacional do Livro de Bogotá, e teve o aval, segundo o Ministério, do próprio García Márquez, que morreu no último dia 17.
García Márquez foi um prolífico escritor de contos, entre eles A incrível e triste história de Cândida Erendira e sua avó desalmada e Um homem muito velho com asas enormes, que ocupam hoje um lugar de destaque na literatura universal. A primeira história publicada pelo escritor foi um conto chamado A Terceira Resignação, em 1947, no jornal El Espectador, quando o futuro Prêmio Nobel de Literatura era ainda um estudante de Direito em Bogotá.
De acordo com o Ministério, o Prêmio Hispanoamericano do Conto será o mais importante do gênero por prolongar o legado de autores latinoamericanos que brilharam com essa técnica narrativa, como Jorge Luis Borges, Juan Rulfo, Julio Cortázar e o próprio García Márquez.

(Fonte: O Estadão)

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Em crise, Masp aprova reforma de seu estatuto

Beatriz Pimenta Camargo, presidente do MASP

Beatriz Pimenta Camargo, presidente do MASP

O primeiro passo oficial de mudança de governância do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) ocorreu no fim da tarde desta terça-feira, 29, quando foi aprovada a reforma do estatuto da entidade em assembleia realizada no pequeno auditório da instituição. Com 73% de aprovação, ou seja, com a presença de 40 dos 53 conselheiros e associados do Masp, todas as propostas de uma nova gestão que terá o consultor e empresário Heitor Martins à frente da presidência do museu serão incorporadas nos autos da entidade.
O processo foi alavancado por causa das “dificuldades financeiras” pelas quais passa o museu – oficialmente, as dívidas seriam de R$ 10 milhões, mas extra-oficialmente o rombo seria de montante em torno de R$ 54 milhões, incluindo os gastos com o prédio Masp-Vivo. Entre as mudanças propostas, está a criação de comitês de gestão para acompanhar as atividades de gestão do museu e para o processo de construção do edifício Masp-Vivo, atualmente, com obras paralisadas.
“Estamos em um momento de grandes transformações no Masp”, disse a atual presidente executiva da instituição, Beatriz Pimenta Camargo. Possivelmente, ela vai presidir o conselho da instituição para dar lugar a Heitor Martins, sócio-diretor da empresa de consultoria McKinsey & Company e ex-presidente da Fundação Bienal de São Paulo, na presidência do museu. O nome do empresário foi levado pelo Banco Itaú e pelo “grupo de empresas” que assumirão a dívida do Masp, afirmou Beatriz. A colecionadora contou que há mais de uma década não ocorriam mudanças no estatuto da instituição.
Uma nova assembleia será convocada em até 60 dias para que seja oficialmente efetivada a eleição de Heitor Martins como presidente do Masp e para que novos conselheiros entrem na entidade, chegando a um total de 80 membros. Além de Martins, a nova diretoria-executiva da instituição será formada por Alberto Fernandes (vice-presidente executivo do Banco Itaú BBA), Alexandre Bertoldi, advogado, Flavia Velloso, Nilo Cecco e pelo cientista-social e colecionador Miguel Chaia.
Segundo Beatriz Pimenta Camargo, ainda não foi cogitada a troca do curador do Masp, Teixeira Coelho, neste processo de mudança de gestão do museu. “Nós não somos eternos aqui”, afirmou o arquiteto Julio Neves, ex-presidente do Masp. Outra mudança apresentada no novo estatuto é a criação de lugares natos para o poder público, ou seja, para os secretários de cultura do município e do Estado de São Paulo e para o presidente do Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), órgão do Ministério da Cultura.

(Fonte: O Estadão)

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Site disponibiliza obra completa de Machado de Assis para download

Além dos principais clássicos, o projeto também inclui obras menos conhecidas de Machado de Assis

Além dos principais clássicos, o projeto também inclui obras menos conhecidas de Machado de Assis

A Coleção Digital Machado de Assis, parceria entre o portal Domínio Público (a Biblioteca Digital do MEC) e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística (Nupill), da Universidade Federal de Santa Catarina, disponibilizou a obra completa do escritor (1839-1908) para download gratuito.
Além dos principais clássicos de Machado no romance (“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba”, “Dom Casmurro”) e no conto (“Papéis Avulsos”), o projeto também apresenta facetas menos conhecidas do autor.
Estão lá o Machado poeta, cronista, dramaturgo e tradutor -ele verteu para o português livros de Alexandre Dumas Filho, Victor Hugo e Charles Dickens.
Também é possível ler as críticas literárias que escreveu ao longo de toda a carreira -destaque para o seminal “Notícia da Atual Literatura Brasileira: Instinto de Nacionalidade” e “Eça de Queirós: O Primo Basílio”, famosa diatribe que lançou ao autor português.
Além dos textos de Machado, há teses e dissertações sobre seus livros, textos de contemporâneos ilustres do escritor – Euclydes da Cunha, José Veríssimo e Rui Barbosa- e um vídeo que retrata sua carreira.

(Fonte: JCNET)

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Livro mostra era das boates chinesas nos EUA, nos anos 1940

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Em sua época áurea, nos anos 1940, a Forbidden City, em San Francisco, se anunciava como “a boate chinesa mais famosa do mundo”.
Um porteiro uniformizado recebia os visitantes e os conduzia para dentro do clube suntuoso, com tapeçarias elegantes e barmen usando casacos com gola chinesa.
Desde o palco, um grande Buda dourado contemplava a plateia, que com frequência incluía celebridades como Bob Hope, Rita Hayworth e Lauren Bacall. Havia turistas também, atraídos pela promessa de “esplendor exótico” e do “show de atrações chinesas”.

(Fonte: Café das Quatro)

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Coldplay espalhará letras do novo disco por bibliotecas

coldplay

Para promover o lançamento de ‘Ghost stories’, nove envelopes com manuscritos de Chris Martin estão escondidos em livros sobre fantasmas
Fãs de Coldplay, corram às bibliotecas! Para promover o lançamento do próximo álbum da banda inglesa, a gravadora escondeu nove envelopes com letras de faixas de “Ghost stories” dentro de livros de bibliotecas espalhadas por nove países. Detalhe: as letras foram escritas a mão por Chris Martin, líder do grupo.
O Coldplay usará seu perfil no Twitter para dar pistas de onde os envelopes se encontram. Mas eles não estarão em qualquer livro: a equipe escolheu histórias sobre fantasmas, como no título do álbum. A cada envelope descoberto, a banda publicará uma foto do manuscrito da letra, também em sua conta na rede social. O primeiro, alocado na Cidade do México, já foi encontrado.
Um dos envelopes contém ainda um presentinho especial para os fãs da banda: quem encontrá-lo vai ganhar passagens e ingressos para ver o show do Coldplay no lendário Royal Albert Hall, em Londres, em 1º de julho.
“Ghost stories” é o sexto álbum de estúdio do Coldplay e será lançado no dia 19 de maio. A produção ficou a cargo de Paul Epworth, famoso por ter trabalhado com Paul McCartney, Adele, Bruno Mars e Florence + The Machine.
Em entrevista à “BBC”, Martin contou que sua recente separação da atriz Gwyneth Paltrow inspirou as letras das novas canções. O casal se divorciou no mês passado, após uma década de casamento. “O que ‘Ghost stories’ significa para mim é que você precisa se abrir para o amor, e se você realmente o fizer, claro que isso vai ser doloroso às vezes, mas vai ser ótimo de alguma forma”, explicou o músico.

(Fonte: O Globo)

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Espanha lança busca pelos restos mortais de Cervantes

Projeto que custará 100 mil euros quer encontrar ossada do autor de 'Don Quixote'

Projeto que custará 100 mil euros quer encontrar ossada do autor de ‘Don Quixote’

Miguel de Cervantes, o maior escritor espanhol, foi um soldado que morreu falido, em Madrid, com o corpo perfurado por balas. Foi enterrado numa igreja minúscula, e nada mais se soube do autor do século 16 até que a redescoberta de um romance com um excêntrico personagem chamado Don Quixote o resgatou do esquecimento.
Nesta época, ninguém mais se lembrava de onde era sua cova. Até que agora, quatro séculos depois, a Espanha tenta fazer justiça a seu grande escritor. Desde ontem, um time começou as buscas pelos restos mortais de Cervantes, um estudo que terá seus resultados divulgados este ano. O custo estimado da operação é de 100 mil. A pesquisa, de três etapas, começará no Convento de las Trinitarias Descalzas, no histórico bairro madrilenho de Las Letras.
Quando Cervantes se mudou para a capital espanhola em 1606, já havia publicado o romance que mudaria a literatura de seu país: As Aventuras do Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha. Apesar de a obra ter feito certo sucesso, não o tornou famoso, e o autor ficou mais conhecido na Espanha como o soldado de má sorte.
Cervantes foi ferido numa batalha e passou anos como refém na Argélia. Foi capturado por piratas turcos que abordaram o navio no qual retornava para a Espanha depois da guerra contra o Império Otomano.
A negociação de seu resgate arruinou a família de Cervantes, que estaria fadado então a viver de favores. Foi morar num bairro de ruas estreitas, casas pequenas e tavernas cheias de artistas e trambiqueiros, inundadas por vinhos e tapas. Outros autores da Era de Ouro da literatura espanhola, como Francisco de Quevedo, Lope de Vega e Luis de Gongora, o ignoravam.

(Fonte: Universo HQ)

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Autores de países africanos apresentam ao mundo a nova face de seus países

Históricos de conflitos, guerras civis e lutas pela independência estão entre os temas

Históricos de conflitos, guerras civis e lutas pela independência estão entre os temas

Se os resultados de uma guerra são nefastos, se a violência causa medo, dor e revolta, como a população entende que a arte pode nascer do caos? A literatura tem se mostrado arma de reconstrução de perfis e identidades de várias nações africanas imersas na desordem de conflitos, nas guerras civis e na busca pela consciência política, cultural e social. Antigas colônias revelaram grandes autores e obras marcadas pela história recente dessas nações. A realidade, em alguns casos, é tão misteriosa e surreal que os fatos se confundem com o produto da mente fértil do artista. Tudo, no fim, parece ficção.
Em Os heróis você apresenta a força política da sua poesia. Há uma motivação maior em tratar de memórias conflituosas em versos?
A minha poesia inscreve um certo olhar para a nação e também para a África, que passa pelo resgate e mineração de fatos e memórias traumáticas num processo que transcende os limites ideológicos. Esse processo íntimo, pessoal, é tecido ou destecido pela lírica e a linguagem é o seu cerne. Muitos dos poemas representam um confronto com memórias dolorosas, traumáticas, conflituosas. Porém, a motivação não é meramente fixá-las, mas sim expô-las reflexivamente e iluminar, por via da linguagem poética, trechos e momentos soterrados, os sujeitos marginalizados, os assassinados pela vida e pela história. Acredito que do fluxo dessas memórias conflituosas possa emanar e emergir uma certa esperança, tornando o poema habitante da nudez do sonho primordial, da inteireza da luz, do útero da casa.
O que significou a luta pela democracia e independência de São Tomé, sobretudo no que diz respeito à liberdade de expressão?
O golpe militar e a revolução do 25 de Abril em Portugal abriram caminho a uma explosão de vozes irmanadas no desejo de “independência total e imediata”. Hoje, sabemos que a euforia da entoação do hino e do hastear da bandeira a 12 de julho de 1975 marcavam o início de uma nova e difícil caminhada. Desde que foi introduzido o multipartidarismo, em 1991, ninguém foi preso ou detido por delito de opinião e isso é muito importante. Já no que toca à manifestação do direito de imprensa, existem tentações. Uns governos inclinam-se a um maior fechamento dos órgãos estatais, outros são mais respeitadores do pluralismo. Eu própria fui vítima, em 2010, de um ato de censura, quando o meu programa de entrevista Em directo foi extinto por ordem do governo. Contudo, no cômputo geral, São Tomé e Príncipe é um caso raro de liberdade de expressão no continente africano. Hoje, a debilidade econômica do país dependente fundamentalmente de ajudas externas.

(Fonte: CorreioWeb)

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